terça-feira, 17 de julho de 2012

Doce de damascos - experiência culinária

Este fim de semana fui apanhar damascos biológicos. Como tinha muitos já extremamente maduros, fiz doce de damascos com a ajuda da minha preciosa Mycook.

Procedimento:
1° lavei, descasquei e descarocei os damascos diretamente para o copo e no modo balança. No total inseri 800 g de damascos; em alguns deixei a pele que estava totalmente lisa e perfeita;
2° adicionei 600 g de açúcar;
3° Programei 20 min/100°C/vel.3.
4° Troquei o copo pelo cesto e programei mais 10 min/100 °C/vel.3 para engrossar.
5° Coloquei o doce nos frascos previamente aquecidos no microondas, durante 1 min.

Conclusão:
Receita super aprovada e para repetir! Fica ótoma com queijo e no pão também.
 Embora só costume colocar o peso de açúcar igual a metade do peso da fruta, como o damasco é um fruto ácido é necessário colocar mais açúcar e não fica demasiado doce. Caso não se descasque os damascos, então é melhoe pôr o peso de açúcar igual ao da fruta.

Resultado obtido:
3 belos frascos!!!!

domingo, 8 de julho de 2012

Veuro.pt - Ganhar dinheiro na internet

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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Compota de cereja - experiência culinária

Deram-me muitas cerejas, por isso decidi fazer compota na Mycook antes que se estragassem.

Procedimento:
1° descarocei as cerejas diretamente para o copo e no modo balança. No total inseri 530g de cerejas;
2° adicionei 230 g de açúcar e aumentei progressivamente a velocidade até à 8, durante alguns segundos só para desfazer um pouco as cerejas, mas de forma a não ficarem totalmente trituradas. Deixei assim, em repouso, durante 2 h para as cerejas libertarem o sumo;
3° Programei 20 min/100°C/vel.3.
4° Troquei o copo pelo cesto e programei mais 10 min/100 °C/vel.3.
5° Coloquei nos frascos previamente aquecidos no microondas durante 1 min.

Conclusão:
Recita aprovada e para repetir!

Resultado obtido:
2 frascos e meio de compota


segunda-feira, 2 de julho de 2012

Problemas na horta e não só...

Os meu feijoeiros, que partilham o vaso com as cenouras, estão a ficar com as folhas verde clarinho e as cenouras pararam de crescer. Já descobri que o problema foi a terra que utilizei que não prestava. No entanto, decidi procurar e encontrei neste site o défice exato das minhas plantas todas: falta de azoto (nitrogénio). Por isso é que as minhas ervilhas não cresceram mais e morreram!
Os 2 pés de feijão que estão a crescer noutro vaso estão bem e até já estão a nascer as flores.
Decidi ampliar a horta e pôr 2 canteiros noutra varanda que tenho, mas esta é aberta. Plantei alho-francês, mais ervilhas e coentros. Desta vez comprei terra adubada no continente e as ervilhas já estão a crescer bem e os alhos franceses também já começaram a nascer.Só tenho medo é do "ataque" das pombas e gaivotas pois nesta zona há muitas.... Vamos lá ver se as consigo manter afastadas das minhas plantinhas!
Partilho aqui estas informações sobre os principais Sintomas das Deficiências Minerais nas plantas que retirei do site Criar e Plantar:

CENOURA (DAUCUS carota)
Azoto: Folhas de cor verdes claras e a seguir amareladas; pecíolos fracos.
Fósforo: Folhas verde-escuro com tons roxos, os folíolos da base são descoloridos; os pecíolos são perpendiculares.
Potássio: Folhas levemente cloróticas e depois pardas; crescimento reduzido.
Cálcio: Folhas das plantas jovens com margens esbranquiçadas; clorose entre as veias; murchamento dos bordos, necrose e enrolamento.
Magnésio: Folhas claras, com manchas amarelas ou marrons nas pontas.
Boro: Amarelecimento marginal das folhas, seguindo de avermelhamento que se estende para as folhas de baixo; “feridas” brancas nas raízes.
Cobre: Crescimento terminal paralisado; poucas raízes.
Ferro: As pontas das folhas ficam cloróticas.

ERVILHA (PISUM sylvcstris)
Azoto: Folhas amarelo-claro para branco; delgadas, coriáceas; as plantas morrem.
Fósforo: Folhas verde azulada, muito espaçadas; folhas da base murchas com margens amareladas; brotos fracos, delgados e pequenos.
Potássio: Folhas verde escuro que amarelecem e depois ficam queimadas nas margens; os folíolos se curvam para baixo e as vagens com poucos grãos.
Cálcio: As folhas mais novas se enrolam; as de baixo são cloróticas; plantas morrem prematuramente; atrofia do sistema radicular.
Magnésio: Cor parda na ponta das tolhas; morte prematura das folhas.
Boro: As nervuras ficam amarelas e, depois, brancas; no ponto crescimento morre; os botões florais caem.
Cobre: As pontas dos ramos murcham; os botões crescem pouco e caem e as vagens não se formam.
Manganês: As folhas mais novas não se expandem; as mais velhas apresentam uma clorose em retículo com as nervuras verdes; os brotos novos são pardos.
Zinco: As folhas mais baixas são necrosadas nas margens e pontas; os caules são eretos; ausência de flores.


REPOLHO (Brassica oleracea, var. capitata)
Nitrogênio: Folhas novas verde clara; as mais velhas de cor laranja arroxeado; caem.
Fósforo: Folhas roxas em variedades que não são roxas; “cabeças” pequenas; a margem das folhas secas.
Potássio: No Repolho branco: Folhas verdes escuro, margens pardas; folhas mais velhas esbranquiçadas com tom violeta, pontas murchas. No Repolho vermelho: Folhas vermelho-claro, com tons azulados; margens enferrujadas, limbo encurvado; cabeças pequenas, soltas, de cor doentia.
Cálcio: As folhas se enrolam nas margens que são dilaceradas, descoloridas e que depois entram em necrose; o broto terminal morre.
Magnésio: Clorose internerval das folhas mais velhas; podem aparecer áreas amareladas nas bordas e no centro.
Boro: A ponta de crescimento morre cedo; folhas cloróticas e enroladas; lesões transversais nas nervuras; necrose interna no caule.
Cobre: Folhas .cloróticas; não há formação das cabeças; cessa o crescimento.

TOMATE (Lycorpesicum esculentum, MiII.)
Azoto: Clorose geral e uniforme das folhas; as nervuras são róseas.
Fósforo: Face dorsal dos folíolos novos de cor roxa, tanto nas nervuras como entre elas; a face ventral é verde-escuro; os folíolos são pequenos e se enrolam para baixo.
Potássio: Necrose da ponta e das margens nas folhas mais velhas; os folíolos podem apresentar manchas pequenas, negras, de tecido necrosado entre as nervuras.
Cálcio: Os tecidos da planta são freqüentemente flácidos; os folíolos são estreitos e encurvados para baixo.
Enxofre: Clorose generalizada, a princípio, só nas folhas mais novas; depois manchas necróticas perto das nervuras; as folhas se enrolam; antocianina nos pecíolos e caules; folhas e caules rijos não suculentos; raízes secundarias mais abundantes e mais longas que as correspondentes nas plantas sãs; queda das flores.
Magnésio: Clorose (“gema de ovo”) internerval nas folhas mais velhas que se encurvam muito e pendem flácidas do caule; as raízes são longas e pouco ramificadas; caules finos.
Boro: O broto terminal se enrola, amarelece e morre; as folhas novas são roxas; as folhas logo abaixo do ponto de crescimento são pegajosas e, ao se quebrar, mostram o tecido vascular descolorido; o crescimento lateral é mais abundante, porém, cessa também; poucas raízes amareladas ou pardas; áreas escuras e secas nos frutos.
Cobre: As pontas e as margens das folhas murcham: áreas necróticas em depressão; clorose nerval; os pecíolos se inclinam abruptamente para baixo.
Ferro: Clorose internerval nas folhas novas.
Manganês: Clorose internerval nas folhas jovens; manchas pretas próximas às nervuras; as veias menores permanecem verdes; nas folhas mais velhas a necrose pode aparecer na forma de manchas internervais, pardas, com 2 a 4mm de diâmetro, situadas perto das veias principais.

ALFACE (Lactuca sativa)Nitrogênio: Folhas de cor verde-pálido, as mais velhas amarelecem, secam e morrem;
Fósforo: Folhas verde-escuro, às vezes com manchas bronzeadas ou vermelhas, as mais velhas amarelecem e morrem; não se formam as cabeças;
Potássio: Folhas verde-escuro; as mais velhas têm necrose marginal e internerval;
Cálcio:  Folhas novas tortas, por causa de pequeno crescimento;
Magnésio: As folhas velhas mostram manchas cloróticas;
Boro: Folhas terminais tortas, com necrose nas margens: morte da gema apical;
Cobre: Folhas cloróticas esbranquiçadas, a principio, nas margens, “cabeças” moles e redução no crescimento;
Manganês: As folhas mostram clorose seguida de necrose.

BATATA (solanum tuberosum)
Nitrogênio: Folhas verde-claro; as mais baixas amarelecem e caem, caules raros e finose os tubérculos são pequenos;
Fósforo: As folhas se enrolam e as mais velhas caem; lesões pardas internas nos tubérculos e muitas folhas ficam roxas;
Potássio: Folhas verde-azuladas; as mais velhas amarelecem, aparece necrose e escurecimento partindo das pontas e margens; os folíolos se juntam, caules finos e com internédios curtos; tubérculos azulados.
Cálcio:  Folhas pequenas e verde-claro, enroladas para cima; necrose marginal; os brotos morrem; tubérculos pequenos, sem valor comercial.
Magnésio: As folhas mais velhas mostram clorose e a seguir necrose internerval; tornam-se quebradiças e enroladas nos estágios finais da deficiência.
Boro: Os brotos terminais morrem, estimulando o crescimento dos laterais; internódios curtos; as margens das folhas se encurvam; as pontas das raízes morrem; desenvolvimento de raízes secundárias que também podem morrer; os tubérculos podem mostrar uma cor parda internamente.
Ferro: As folhas novas são cloróticas e as margens são afetadas por último; enrolamento das folhas.
Manganês:  Folhas novas cloróticas, com aspecto reticulado devido às nervuras verdes delimitarem espaços claros; a perda de cor é seguida por necrose sob forma de pequenas manchas a princípio distribuídas sobre toda a área foliar; as áreas mortas podem se desintegrar dando à folha um aspecto de rasgada.
Zinco: Folhas com manchas irregulares, cinzentas ou bronzeadas, geralmente situadas à meia altura; às vezes os sintomas aparecem em toda a planta, tanto jovens quanto velhas, em casos mais severos, o caule e pecíolos apresentam manchas pardacentas e as plantas são crescem.


BRÓCOLOS (BRASSICA oleacea, VAR. botrytis)
Nitrogênio: Folhas novas de cor verde-clara; as mais velhas de cor de laranja, arroxeadas caem.
Fósforo: Folhas roxas.
Potássio: Folhas verde-escuro; margens e regiões internervais pardas.
Cálcio: As folhas se enrolam; margens rasgadas, descoloridas, depois necrose dos bordos.
Magnésio: Folhas mais velhas cloróticas entre as veias; tons alaranjados ou roxos.
Boro: Os brotos ficam pardos e caem; as folhas se enrolam, tornando-se quebradiças; áreas aquosas e marrons.

CEBOLA (ALLIUM cepa)
Nitrogênio: Folhas verde-claro; as mais velhas morrem, mostrando-se amarelo-esbranquiçadas; folhas curtas e de pequeno diâmetro.
Fósforo: As folhas mais velhas secam e morrem nas pontas; apresentam áreas amarelas e pardas de tecido necrosado avançando para a base das folhas; as folhas mortas enegrecem.
Potássio: As folhas mais velhas ficam amarelas e depois secam e morrem, tomando aspecto de papel; bulbos pequenos.
Magnésio: As pontas das folhas secam; a parte aérea morre prematuramente; crescimento lento.
Boro: Folhas verde-azulado a princípio, depois com áreas amareladas; mostram regiões encolhidas; folhas da base apresentam-se duras e quebradiças.
Cobre: Escamas delgadas amarelo-claro; bulbos pouco sólidos fracos.